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O que é o Metaverso? Projeto que mudou o nome do conglomerado de Zuckerberg

Nos últimos dias o mundo não tem falado em outro assunto senão o Metaverso que originou o novo nome do conglomerado do Facebook e a convite da Agência Zero11 vim falar um pouco sobre esse próximo passo da era digital.

Foto de Mikhail Nilov no Pexels

Não é de hoje que as empresas de tecnologia estão investindo no Metaverso e elas acreditam que ele pode se tornar o futuro da Internet e com a mudança de nome do Facebook para Meta em alusão ao nome acabou surgindo muitas dúvidas a respeito do assunto. Metaverso é um mundo paralelo baseado em realidade virtual onde as pessoas podem interagir entre si através de avatares, alguém lembra da ideia do filme Avatar de ir para um mundo paralelo no formato de avatar? Nesse mundo, as pessoas poderiam realizar qualquer atividade como trabalhar, fazer compras, estudar, se divertir, ir a shows e etc como se fosse nosso mundo convencional, a diferença é que as pessoas fariam isso sem precisar sair de casa, ou seja, ele vai funcionar como uma internet 3D e as gigantes da tecnologia já estão fazendo investimentos massivos para que ele se torne realidade o quanto antes. As já conhecidas criptomoedas atuariam como meio de pagamento e há quem diga que poderia existir uma criptomoeda universal que valeria tanto para o mundo virtual quanto para o mundo real.

Claro que nem tudo é tão fácil assim, e o futuro da internet está em constante disputa para saber o que será dele no futuro, ou seja, não é possível afirmar ou dar alguma garantia de que o metaverso de fato se concretizará, isso porque a tecnologia que temos hoje, a 4G, não é rápida o suficiente para lidar com um número de dados tão elevado de diversas plataformas de realidade virtual e realidade aumentada que seriam acessadas por bilhões de usuários simultaneamente.

Além disso, todas as empresas precisam construir plataformas intercambiáveis e compatíveis, o que pode não acontecer uma vez que as grandes empresas gostam de impor restrições, assim, o que teríamos seriam vários metaversos mas não uma experiência completa.

Outro ponto crucial a se tratar são as questões éticas e a segurança dos dados uma vez que essas empresas teriam acesso a um número muito maior de dados das pessoas e provavelmente não conseguiram garantir a segurança total em um mundo virtual (já não garantem com o que temos hoje, quando observamos os diversos vazamentos que ocorrem).

As questões psicológicas também serão levadas em consideração nas discussões futuras, uma vez que as redes sociais no atual formato já mexem de forma negativa com o lado psicológico dos usuários, levando muitos a um estados depressivo e de ansiedade e um mundo virtual poderia atenuar ainda mais esse quadro ou contribuir para que diversas pessoas se esqueçam de como é conviver em sociedade, em um mundo real trazendo novos distúrbios e problemas sociais.

Há de se pensar que embora a ideia seja fantástica do ponto de vista da inovação e dos avanços tecnológicos é necessário refletir o quanto as pessoas de fato querem isso e se elas precisam mesmo disso para suas vidas, afinal, ao olhar para trás em um mundo anterior a internet, percebemos que as pessoas tinham menos problemas emocionais e dispunham de uma vida mais tranquila, menos acelerada e hoje a sensação que todos temos é que ao piscar os olhos já se passou uma semana, um mês ou um ano e não fizemos praticamente nada.


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